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Com resistência de parte da categoria, caminhoneiros prometem greve

13/12/2019

 Foto: Divulgação

 

Uma das lideranças dos caminhoneiros autônomos, Marconi França, anunciou nesta quarta-feira, 11/12, que a categoria vai realizar uma paralisação na próxima segunda-feira, 16/12, em todo o país. No vídeo gravado no Rio de Janeiro na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Marconi afirmou que a greve seria massiva e iria "parar o Brasil". 

 

Além de representantes da Região Nordeste, estavam presentes no vídeo de divulgação caminhoneiros de São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Paraíba e  Mato Grosso. Segundo Marconi, o que está motivando a paralisação é a insatisfação com o governo de Jair Bolsonaro, que não teria cumprido promessas aos trabalhadores.

 

Divergências
Porém, lideranças que participaram da paralisação de 2018, afirmam que o movimento está sendo puxado pela esquerda com o objetivo de atrapalhar o governo Bolsonaro e que, por isso, a categoria não irá aderir com o mesmo peso.

 

Wanderlei Alves, conhecido como Dedeco, foi uma das lideranças que mobilizou as paralisações de 2018. Ele afirma que desta vez a mobilização não conta com apoio amplo dentro da categoria. Dedeco diz que essa é uma manobra da esquerda para atrapalhar o governo Bolsonaro. Segundo o caminhoneiro, esta greve não terá força.

 

“Não tem adesão. Tem movimento político por trás querendo usar a categoria como massa de manobra”, criticou Wallace Landim, conhecido como Chorão. Na esteira do anúncio da paralisação, feito por um dos representantes da categoria, Marconi França, Chorão já tinha pregado “responsabilidade e seriedade” e apontado que “muita gente no movimento [defendido por Marconi] é envolvido com política, envolvido com esquerda“.

 

Reelembre
Em abril deste ano, quando os caminhoneiros ameaçaram uma nova paralisação, o governo Bolsonaro iniciou um diálogo aberto com algumas lideranças da categoria. "O [ministro de Infraestrutura] Tarcísio mantém contato direto conosco. Quando precisamos mandamos Whatsapp direto pra ele e ele nos atende sempre", afirmou Dedeco, explicando a mudança de posicionamento de parte da categoria. "Os que estão aí agora é questão ideológica de esquerda, não representa a categoria", enfatiza.

 

Cachoeira do Sul 
Em contato com o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Transporte Rodoviário de Cachoeira do Sul, Luiz Aníbal Machado, ele informou não ter ciencia de uma possível greve no município. 

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