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Hilton De Franceschi

09/11/2019

DE CIMA PARA BAIXO

 

Não é verdade que se começa construir uma casa pelo alicerce. O começo está no projeto, nos cálculos, nas medidas e na responsabilidade técnica de um profissional contratado. Discordo dos que dizem que uma sociedade se constrói a partir de suas bases, os inúmeros exemplos, mundo a fora, sustenta a tese de que as mudanças virão de cima para baixo. São as autoridades que vão definir o que vamos aprender nas escolas, os empregos que vamos ter e os que não teremos a segurança que precisamos ou a insegurança que sentimos. O nosso futuro são eles que decidem.  Foi de cima para baixo que ganhamos o direito de votar, o que justifica as dificuldades que temos para discernir o bom do mau político os comprometidos dos fanfarrões, porque eles, de cima para baixo, decidiram alienar toda uma geração nos ensinando a cultuar as autoridades.

 

REFORMA ADMINISTRATIVA

 

A Reforma administrativa proposta pelo governo federal vai alcançar as esferas estaduais e municipais, poupando governadores e prefeitos de um desgaste político gigantesco em vésperas de eleições em especial as municipais. Três pontos são os mais conflitantes: o fim da estabilidade no serviço público, mudanças nos planos de carreiras e acabar com os penduricalhos que vem onerando enormemente as folhas de pagamento dos estados e municípios com benesses que raramente privilegiaram o desempenho.

 

INSTABILIDADE E DESCONTINUIDADE

 

O fim da estabilidade no serviço público tem o amplo apoio da sociedade que, equivocadamente, é minha opinião, atribui aos servidores a baixa qualidade dos serviços prestados à comunidade, além de sentir se preterido de tamanhos privilégios. Com o discurso de que o estado brasileiro não suporta mais os gastos com a folha de pagamento, as velhas raposas da política, vão facilmente aprovar essas mudanças. Esses bons de voto, chamados de líderes políticos, sabem muito de política, não de gestão e o que eles estão enxergando com o fim da estabilidade é uma possibilidade de arrebanhar os seus para o serviço público. Com os políticos que temos no Brasil a instabilidade pode gerar a descontinuidade dos serviços públicos.

 

OS DIAS DE TOFFOLI

 

O presidente da suprema corte do país, ministro Dias Toffoli, ignorou a arquibancada, na dura missão de desempatar um jogo que, lamentavelmente, parece não ter regras.  Os dias de Toffoli o consagraram, virou ídolo, ao menos para uma parte da população, os milhares de criminosos desse país.

 

 

 

 

 

 

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