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Nilton Santos

27/07/2019

PERDAS E GANHOS

 

Todo o tempo é tempo de resistir, enfrentar as dificuldades que surgem na linha de nossa existência. A vida, como disse Lulu Santos, “... vem em ondas como o mar”. É na trincheira que nos forjamos, criamos anticorpos para as adversidades, não significando que entre uma batalha ou outra não possa retirar o uniforme para brincar. 

 

O que nos define, ensina e marca, é, nem tanto como entramos, mas principalmente como saímos de cada combate. Há momentos em que nos engalfinhamos com a adversidade por vontade própria, o chamado desafio pessoal, é mais ou menos como aquela cena de criança onde se passava o pé no cuspe em sinal de aceitação da briga, partindo para cima para resolver logo a parada, pois, perdendo ou ganhando, vencemos o medo maior que é o de fugir da briga, sob o côro de: “arroiou, arroiou!”, mesmo que dela saísse escalavrado -  física e moralmente -, o pior dos mundos(!), o habitado pelos covardes.... Têm vezes que a dificuldade nos pega dobrando a esquina e, diante da surpresa desagradável, nos obriga a improvisar uma estratégia de batalha.

 

Içar as velas no meio temporal que nos força para rochedo. Não importa a forma como entramos em uma luta existencial, o importante é que, ao final de cada combate, saiamos com a sensação de que nos fortalecemos de algum modo, principalmente quando achamos que perdemos. Não te preocupes em sair ileso. Ninguém sai.

 

 

 

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