Comtran defende estacionamento rotativo gratuito

22/06/2019

O presidente da Câmara de Vereadores, Carlos Alberto (PP), e o vice-presidente, Itamar Luz (PSDB), reuniram-se na tarde desta quarta-feira, 19, com o presidente do Conselho Municipal de Trânsito (Comtran), Hilton De Franceschi. Na pauta do encontro a implementação do estacionamento rotativo em Cachoeira do Sul. 

 

O presidente do Comtran entregou aos parlamentares um documento com uma sugestão para instituir estacionamento rotativo não pago na cidade. “A proposta foi aprovada por unanimidade dos membros do Conselho Municipal de Trânsito”, destacou De Franceschi. 

 

Ao receber a proposta, o presidente da Câmara ressaltou a importância do tema e antecipou que irá sugerir a criação de uma comissão especial quando o projeto de lei (PL) for protocolado na Casa. “É um assunto que deve ter uma análise detalhada, considerando as especificidades de Cachoeira do Sul na questão do trânsito”, disse Carlos Alberto.

 

O retorno 

 

Vereadores da base governista já articulam no parlamento o retorno do projeto de lei, que deverá ser enviado pelo prefeito Sérgio Ghignatti ainda este ano. A primeira vez que o projeto foi apresentado a redução do retorno dos valores arrecadados à Prefeitura, de 20% para 12%, provocou demissão do então secretário do Planejamento Luciano Lara. Entre os vereadores, há consenso de que o valor deve ser majorado para 50%. 


Aos amigos 

 

Em dezembro de 2018, da Tribuna Popular da Câmara de Vereadores, De Franceschi alertou para a implantação do estacionamento rotativo pago que, segundo ele, é uma manobra do prefeito Sérgio Ghignatti para favorecer “empresas íntimas”. “Fico surpreso das pessoas não terem enxergado isso antes. Era óbvio que tinha algo errado”, reforçou. Após a denúncia o os proprietários da empresa VC Park Estacionamento Rotativo Ltda., criada em abril deste ano para exploração de estacionamento rotativo pago, e seus sócios Eládio Dios Vieira da Cunha, Liberato Dios Vieira da Cunha, Paulo Dios Vieira da Cunha, Helena Vieira Da Cunha, sentiram-se injustamente prejudicados pela denúncia, e movem ação judicial contra Hilton De Franceschi, Carlos Henrique Azambuja Aguiar, Lúcio Flávio da Rosa Scotta e o jornal A Notícia, que publicou os pronunciamentos feitos no plenário da Câmara de Vereadores. 

 

Foto: Ascom Câmara 

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