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Rodrigo Maia defende acordo para votar Previdência

20/01/2019

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Dem), declarou neste domingo, em passagem pela Capital gaúcha, que defenderá um modelo de reforma que estabeleça “justiça previdenciária” no Brasil. “Defendo uma reforma que reduza a injustiça do atual sistema, onde quem se aposenta aos 65 anos e ganha um salário mínimo financia aposentadorias de R$ 30 mil para outros brasileiros que se aposentam aos 55 anos”, afirmou.

 

Maia churrasqueou no galpão crioulo do Palácio Piratini, a convite do governador Eduardo Leite (PSDB), que reuniu parlamentares eleitos para a formação da nova bancada federal do RS e teve o reforço político do governador de São Paulo, João Dória Júnior (PSDB), para discutir temas como Regime de Recuperação Fiscal, créditos da Lei Kandir e regime para pagamento de precatórios.

 

No encontro, Rodrigo Maia disse acreditar no encaminhamento de uma proposta para a reforma da Previdência que seja pactuada entre a União, os Estados e o Parlamento federal. “O sistema que temos hoje favorece os ricos. Gostaria de encaminhar uma reforma completa, pactuada entre governo federal, Parlamento e Estados, sem excluir categorias. Sofri muito nas eleições porque defendi abertamente a reforma. Pena que ela não avançou, pois o governo passado perdeu as condições. Para mim, esta é uma pauta prioritária. Porém, sozinho, o governo federal terá dificuldade em encaminhar esta reforma”, assegurou, em bate-papo com jornalistas, após o almoço.

 

Antes, em fala para os convidados, Maia buscou comparar a dificuldade fiscal da União com a crise dos Estados. Destacou que a estimativa de déficit orçamentário no país é de R$ 130 bilhões e que a previsão de recursos próprios para investimentos é de R$ 30 bilhões, valor inferior ao saldo negativo da previdência social previsto para este ano, de cerca de R$ 50 bilhões.

 

“Os políticos no país vão precisar ter coragem. Temos que debater a questão da despesa pública e construir uma pauta fiscal conjunta. Tenho certeza que, com a reforma da Previdência e com mais segurança jurídica para o setor produtivo, os investimentos que ficaram represados voltarão a ocorrer no Brasil”, apontou Maia.

 

Foto: Fabiano do Amaral 

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