Mutirões da dengue
Equipes já passaram por mais de 3,5 mil imóveis
Divulgação -
O supermutirão da dengue visitou 635 imóveis nesta sexta-feira, 20/5, no bairro São José, na zona norte da cidade. Até o momento, já são 3 511 residências e estabelecimentos contabilizados pelas equipes da Secretaria Municipal da Saúde. O objetivo da força-tarefa é identificar e eliminar criadouros e focos de larvas do mosquito Aedes aegypti, o agente transmissor da doença.
Nesta edição, seis equipes atuaram em 21 quarteirões, todas orientando os moradores da região para os procedimentos que evitam a proliferação dos insetos e, consequentemente, a contaminação pela dengue.
Equipes redobraram a atenção na área devido ao Cemitério Municipal, local em que é encontrada uma grande concentração vasos e demais recipientes acumulando água. O ponto integra o calendário regular de trabalho do Setor de Endemias do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS).
A averiguação já passou pelos bairros Oliveira, Noêmia, Santa Helena, Marina e Quinta da Boa Vista. Já foram 31 quarteirões percorridos nos bairros Oliveira e Otaviano, 28 no Noêmia, 24 quarteirões no Santa Helena, 22 no Marina e outros 21 no Quinta da Boa Vista. O próximo supermutirão está previsto para terça-feira, 24/5, no bairro Medianeira. Denúncias de situações de risco e reincidências devem ser feitas ao Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) pelos telefones 3724-6112 e 3723-1351.
Casos em Cachoeira
O setor de Vigilância Epidemiológica do Departamento de Vigilância em Saúde informou que, nesta sexta-feira, 420 pessoas estão contaminadas pela dengue. Deste número, oito inspiram cuidados e três estão em estado grave.
Além disso, outras 650 pessoas estão com suspeita de estarem com a doença. Uma pessoa teve a confirmação de estar com Chikungunya. Até o momento, o município conta com duas mortes confirmada: duas mulheres, sendo uma de 87 anos e outra de 89 anos.
Estado
Mais uma morte por dengue foi confirmada no Rio Grande do Sul, de acordo com a plataforma de monitoramento de arboviroses da Secretaria Estadual de Saúde (SES). O RS soma até o momento 31 óbitos pela doença em 2022.
A SES também afirmou que são 26 193 infecções por dengue este ano, das quais 21 948 são autóctones, ou seja, que foram adquiridas dentro do território gaúcho. A maior parte das pessoas que morreram tinha 70 anos ou mais - no total foram 21 pessoas nessa faixa etária. Outras dez que faleceram tinham idade entre 10 e 59 anos.
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